Um espaço seguro para entender os padrões que alimentam seu sofrimento — e construir, de dentro pra fora, uma relação diferente com você mesmo.
Fernanda transborda aceitação e conforto. Me ensinou a autocompaixão e, a partir daí, construímos a base para uma melhora emocional muito significativa.
Muitas pessoas chegam à terapia sentindo que estão falhando — consigo mesmas, com os outros, com a vida. Esse sentimento tem nome. E tem caminho.
Pensamentos que não param, sensação constante de ameaça, corpo em estado de alerta mesmo quando nada está acontecendo.
Falta de energia, distanciamento do que antes era prazeroso, uma tristeza que você não consegue explicar — e que pesa em silêncio.
Esgotamento profundo por dentro mesmo quando tudo parece "bem" por fora. O vazio de quem deu de mais por muito tempo.
Exigência que nunca descansa. Mesmo quando algo dá certo, a sensação de que poderia ser melhor. O medo constante de decepcionar.
Autocrítica intensa que não dá trégua. Sensação de não merecer descanso ou carinho. Dificuldade de se perdoar.
Experiências que ficaram "presas" e ainda influenciam o presente. Reações automáticas, sensações no corpo, ciclos que se repetem.
Você aprendeu a se exigir. Agora pode aprender a se acolher.
Quero começarVocê cumpre tarefas, resolve problemas, tenta manter tudo em ordem. Por dentro, carrega dúvidas constantes, medo de errar, receio de decepcionar. A exigência nunca descansa — mesmo quando algo dá certo, surge a sensação de que poderia ter sido melhor.
Nada disso nasceu com você. São formas que você aprendeu para se proteger e seguir em frente. Com o tempo, isso virou o seu jeito de ser — um jeito que parece funcionar, mas que cobra caro: esgota por dentro, aumenta a ansiedade e deixa pouco espaço para leveza.
A terapia é o lugar onde você pode, aos poucos, entender como tudo isso se formou — e aprender a lidar com o que sente com mais compreensão, sem se agredir por dentro. O caminho pode ser desafiador, mas não precisa ser solitário.
Muitas vezes, o que a gente sente hoje não começou agora. Você pode ter aprendido cedo que precisava agradar, evitar conflito, dar conta de tudo. E com o tempo, isso virou parte de quem você achava que era.
Mas esse jeito de funcionar tem um custo: ansiedade constante, culpa por descansar, tristeza que você não consegue explicar. O que te trouxe até aqui faz sentido.
Mas continuar assim, não precisa mais ser a única saída. A psicoterapia é o lugar onde você pode, aos poucos, entender como tudo isso se formou — e aprender a lidar com o que sente com mais compreensão, sem se agredir por dentro. O caminho pode ser desafiador, mas não precisa ser solitário.
Sou Fernanda Passoni de Oliveira, psicóloga clínica formada e mestre pela USP. Ao longo de mais de 20 anos de atuação, busquei uma abordagem que fosse além da técnica — que fizesse sentido como extensão de como enxergo o mundo e o cuidado com o sofrimento humano.
Foi lendo Coração Sem Medo, um livro budista, que encontrei a menção à Terapia Focada na Compaixão. Ali entendi: a compaixão não era só uma virtude — era um caminho clínico, profundo e transformador.
Fui buscar tudo que existia sobre o tema no Brasil — e encontrei muito pouco. Então fui até a fonte: me formei diretamente com Paul Gilbert, criador da abordagem, em uma formação completa internacional. Hoje faço parte da primeira geração de brasileiros certificados pela Compassionate Mind Foundation.
Sou membro fundadora e supervisora de formação da Associação Mente Compassiva Brasil. Tenho também formação em Somatic Experiencing® — uma abordagem para o processamento de trauma que integra corpo e mente no processo terapêutico.
"Muitas pessoas aprenderam a sobreviver sendo severas consigo mesmas. A terapia é o lugar onde isso pode mudar."
A Terapia Focada na Compaixão (TFC) é uma abordagem contemporânea, baseada em evidências, que compreende o sofrimento emocional como parte da tentativa humana de se proteger e sobreviver. Aqui, não partimos do julgamento — partimos da lógica por trás de cada comportamento.
Junto à TFC, utilizo a Psicoterapia Contemplativa e o Somatic Experiencing® para criar um processo que acolhe o corpo, a mente e a história de cada pessoa — porque transformação real acontece em todos esses níveis.
Entendemos juntas como seus padrões emocionais se formaram — e por que fazem sentido dada a sua história. Antes de mudar algo, precisamos entender por que ele existe.
O trauma e as emoções intensas vivem no corpo, não só na mente. Aprendemos a escutá-lo com cuidado e segurança — criando base para regulação mais profunda.
Não é sobre "se sentir melhor agora". É sobre construir uma relação diferente e sustentável consigo mesmo — com recursos que ficam depois da terapia.
O primeiro passo é o mais difícil. Depois disso, cuidamos de tudo juntas, no seu ritmo.
Você me manda uma mensagem pelo WhatsApp ou pelo formulário. Não precisa saber exatamente o que está sentindo — pode começar assim mesmo.
Nos encontramos para uma sessão de apresentação. Um espaço leve para você se apresentar e sentir se faz sentido seguirmos juntas.
Nas primeiras sessões, escuto com atenção o que te trouxe. Juntas, definimos objetivos e construímos um caminho personalizado para você.
Encontros de 50 minutos, online, pelo Google Meet. Um espaço seguro, confidencial, inteiramente seu — toda semana.
Relatos reais de pessoas que vivenciaram o processo terapêutico.
Fernanda transborda aceitação e conforto. Me ensinou a autocompaixão e, a partir daí, construímos a base para uma melhora emocional muito significativa. Recomendo com confiança.
Fernanda foi realmente excepcional — profissional, gentil e respeitosa, criando um espaço seguro e acolhedor. A abordagem de autocompaixão me ajudou a desenvolver um relacionamento mais compreensivo e gentil comigo mesma. Sou grata pelo crescimento que vivenciei.
O que mais admirei foi a forma como ela conduz assuntos e traumas difíceis com tanta compaixão. A Fernanda nos ensina mecanismos de autoanálise e autorregulação para que desenvolvamos recursos próprios — sem que a terapia vire uma muleta.
O trabalho clínico exige responsabilidade técnica e humana. Cada sessão é conduzida com base no Código de Ética Profissional dos Psicólogos, com escuta real — sem julgamentos, diagnósticos precipitados ou conselhos pessoais.
Tudo que é compartilhado em sessão permanece confidencial, exceto em situações de risco de vida previstas em lei.
Cada pessoa chega com uma história. Não há diagnósticos precipitados nem pressupostos sobre o que você está vivendo.
A relação terapêutica é um instrumento central do trabalho. Você não será apenas ouvida — receberá devolutivas que ampliam clareza e direção.
O processo é estruturado, baseado em teoria, prática clínica e atualização constante — não em intuição ou improviso.
É um espaço leve, sem compromisso, onde você pode contar o que está vivendo, tirar dúvidas e entendermos juntas como posso te ajudar. Não há avaliação nem diagnóstico nesse momento — é só uma conversa para nos conhecermos.
Sim. A terapia online pode ser igualmente transformadora à presencial quando conduzida com presença e conexão real. Muitos pacientes relatam que o ambiente de casa favorece abertura e aprofundamento. Sessões via Google Meet, com sigilo garantido.
São encontros de 50 minutos, por videochamada, com frequência semanal. O ideal é que você tenha um espaço privado, conexão estável com a internet e um dispositivo com câmera e microfone. Não é preciso mais do que isso.
Não. O espaço terapêutico se constrói gradualmente. Você pode chegar sem saber exatamente o que dizer — faz parte do processo encontrarmos juntas por onde começar. Não há expectativa de que você chegue com o problema resolvido ou bem articulado.
Não. Sentir que merece entender melhor o que está vivendo já é motivo suficiente. A terapia não é só para quem está em crise — é para qualquer pessoa que queira construir uma relação diferente consigo mesma, entender seus padrões e viver com mais leveza.
Não há um tempo fixo. O processo avança no seu ritmo, de acordo com o que você está buscando. Algumas pessoas trabalham questões específicas em alguns meses; outras constroem um processo mais longo de autoconhecimento e transformação. Decidimos juntas conforme o processo evolui.
Essa é uma das dúvidas mais comuns — e faz todo sentido ter ela. Compaixão não significa se poupar de tudo ou justificar qualquer comportamento. É a capacidade de estar presente com o próprio sofrimento com honestidade e gentileza. Isso, na verdade, exige coragem. É o oposto da fraqueza.
Um e-book gratuito com cinco práticas baseadas em ciência para quem vive preso no ciclo da autocobrança — e quer começar a construir uma relação diferente consigo mesma.
Sem spam. Só conteúdo com cuidado.
Antes de qualquer decisão, marcamos uma primeira conversa para nos conhecermos — um espaço leve, sem compromisso, onde você pode contar o que está vivendo.
Não precisa ter as palavras certas nem saber exatamente o que está sentindo. Pode começar assim mesmo.
Preencha e entrarei em contato em até 24 horas.