Um processo terapêutico que une psicologia contemporânea, neurociência e práticas contemplativas para quem busca transformação real, não apenas compreensão intelectual.
A psicoterapia contemplativa integra psicologia contemporânea, neurociência e práticas contemplativas como mindfulness, compaixão e consciência corporal.
Compreender seus padrões é o começo, mas não basta. O trabalho aqui é tornar possível, de fato, a mudança.
O trabalho envolve pensamento, emoção e corpo ao mesmo tempo.
Entende tudo sobre seus padrões, mas continua repetindo as mesmas situações
Vive com ansiedade constante ou uma autocrítica que não dá trégua
Busca um processo terapêutico mais profundo e menos superficial
Deseja desenvolver mais presença, compaixão e conexão consigo mesma
"Há saúde mesmo no sofrimento. O trabalho não é 'consertar' algo quebrado, mas reconhecer padrões, aprender a estar com sua experiência interna e cultivar presença e compaixão."
Essa perspectiva muda tudo: você não entra em terapia como um problema a ser resolvido, mas como alguém que merece ser acompanhada com cuidado genuíno.
A psicoterapia contemplativa não é uma abordagem isolada: é uma síntese rigorosa de métodos com base científica sólida.
01
Três abordagens de terceira geração que trabalham em camadas complementares: pensamento, emoção e corpo.
02
Compreensão do sistema nervoso, memória emocional e regulação para fundamentar cada passo do processo terapêutico.
03
Práticas de atenção plena que desenvolvem consciência do momento presente sem julgamento ou reatividade.
04
Cultivo ativo de uma postura gentil e compassiva consigo mesma, não como ideal, mas como prática real.
05
Embodiment: atenção ao que o corpo sente, sinaliza e carrega como parte indispensável do processo de cura.
06
Sabedoria de tradições contemplativas integrada de forma laica e acessível ao contexto da psicoterapia moderna.
Cada encontro é um momento de atenção cuidadosa ao que está presente em você, acolhendo o que aparece no seu próprio ritmo.
Atenção ao corpo: aprender a reconhecer as sensações físicas como linguagem emocional, não como ruído a ser ignorado.
Consciência emocional: aprender a reconhecer o que sente sem ser levada por isso.
Regulação do sistema nervoso: ajudar o organismo a se sentir seguro o suficiente para lidar com o que é difícil.
Exercícios de presença: práticas formais e informais que fortalecem a capacidade de permanecer no momento presente.
Postura gentil consigo mesma: aprender a lidar com os próprios erros, limitações e sofrimentos através da autocompaixão ativa.
Marcamos um primeiro encontro sem compromisso, para você me contar o que está acontecendo e sentir se faz sentido caminharmos juntas nesse processo.
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